Sou alguém que acredita no diálogo. Uma pessoa que vê na comunicação (seja por qual meio for) uma possibilidade muito palpável de integração entre indivíduos e esclarecimento de questões aparentemente complexas.
Acredito que com muita conversa, uma hora a gente deixa a língua cansada. E ficamos impacientes de esperar sentado ela se recuperar. Nesse meio tempo, quem sabe não surge alguma ação que mude aquilo que nos incomoda, sem prejudicar os já acomodados.
Renata Marins, 20 anos, estudante de jornalismo.
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